EL INSTRUMENTO DE OTORGAMIENTO Y LÍMITES AMBIENTALES
Una investigación desde la perspectiva de la Economía Ecológica
Palabras clave:
prioridades de uso, asignación de agua, capacidad de apoyo, subvención de agua, flujo de referenciaResumen
El otorgamiento del derecho al uso del agua es el principal instrumento utilizado en Brasil para destinar este recurso a usos múltiples. A pesar de su centralidad, la actual degradación de los recursos hídricos y el aumento de la demanda han desafiado la eficacia de este instrumento de gobernanza. En esta perspectiva, este artículo buscó evaluar si los criterios para otorgar el otorgamiento del derecho de uso en las Cuencas Hidrográficas de los ríos Piracicaba, Capivari y Jundiaí (PCJ), en el estado de São Paulo - Brasil, se adhieren a la normativa ambiental. límites previstos por la Economía Ecológica. Se utilizó un análisis documental con base en los datos del período de 2013 a 2017, obtenidos de la Agencia de Cuencas del PCJ. Los datos sobre el uso del agua en las Cuencas del PCJ se compararon con el volumen permitido por las subvenciones otorgadas en ese momento. A su vez, las donaciones se compararon con los parámetros Q7,10 y 50% de Q7,10, que representaron límites legalmente establecidos para los volúmenes máximos otorgados en las cuencas. Los resultados indicaron que los órganos de gestión de las Cuencas del PCJ otorgaron subvenciones y permitieron el uso más allá de los parámetros máximos de extracción, científicamente y legalmente establecidos en el período, en importantes subcuencas, especialmente Atibaia y Jaguari, que abastecen a la Región Metropolitana de São Paulo.
Referencias
Beecher, H. A. 1990. Standards for instream flows, Rivers 1, 97–109. Disponível em:< https://www.researchgate.net/publication/276125243_Standards_for_instream_flow>.
BRASIL. Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Casa civil, Poder Executivo, Brasília, DF. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9433.htm>.
COASE, R. 1960. The Problem of Social Cost. Journal of Law and Economics 3 (1): 1–44. In: Classic Papers in Natural Resource Economics, Palgrave Macmillan. Disponível em: https://econ.ucsb.edu/~tedb/Courses/UCSBpf/readings/coase.pdf
COLLISCHON, W.et al. 2005. Em busca do hidrograma ecológico. XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, João Pessoa, Disponível em:< https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/17271/000504462.pdf?sequence=1>.
COSTANZA, R. CUMBERLAND, J, H. DALY, H. Et al. 2015. An introduction to ecological economics. Boca Raton, CRC Press, 2ª ed.
CRUZ, J, C. Disponibilidade hídrica para outorga: avaliação de aspectos técnicos e conceituais. Programa de Pós-graduação em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2001.
CUNHA, E, C. VEIGA, A, P. KELMAN, J. 2004. Domínio e competência sobre os recursos hídricos no Brasil. Revista Justiça e Cidadania, Rio de Janeiro. Disponível em:< http://kelman.com.br/pdf/Dom_nio_competencia_2.pdf>.
DALY, H, E. FARLEY, J. 2004. Ecological economics : principles and applications. Island Press.
DI MAURO, C. 2017. Outorga para captação de recursos hídricos no Sistema Cantareira e vulnerabilidade da população da região metropolitana de São Paulo.In, CHÁVEZ, E,S. DI
MAURO, C,A. MORETTI, E,C. Água recurso hídrico: bem social transformado em mercadoria. ANAP, Tupã
FREDERICE, A. BRANDÃO, J,L,B. 2016. Efeito do Sistema Cantareira sobre o regime de vazões in Piracicaba. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v 21, n 4, p. 797-810, Porto Alegre. Disponível em:< http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2318-03312016005001102&script=sci_abstract&tlng=pt>.
GARRICK, D. WHTTEN, S, M. COGGAN, A. 2013. Understanding the evolution and performance of water markets and allocation policy: a transation costs analysis framework. Ecological Economics, nº88. Disponível em:< https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0921800912004934>.
GENDRON, C. 2014. Beyond enviromental and ecological economics: proposal for na economic sociology of the environment. Ecological Economics, nº 105. Disponível em:< https://www.researchgate.net/publication/263774494_Beyond_Environmental_and_Ecological_Economics_Proposal_for_an_Economic_Sociology_of_the_Environment>.
GOODSTEIN, E, S. POLASKY, S. 2014. Economics and the environment, Minesota, Wiley, 17ª ed.
GRANZIERA, M, L, M. 2010. Agência de Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Revista de Direito Administrativo, 2010. Disponível em < http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rda/article/viewFile/42127/40818>.
GRANZIERA, M, L, M. 2013. A Fixação da vazão de referência. Revista de Direito Ambiental, V. 70. Disponível em < http://www.granziera.com.br/artigos/2013/7/17/a-fixao-de-vazes-de-referncia-adequadas-como-instrumento-de-segurana-jurdica-e-sustentabilidade-ambiental-na-concesso-de-outorgas-de-direito-de-uso-de-recursos-hdricos>.
JOWETT, I, G. 1997. Instream flow methods: A comparison of approaches. Research & Management, V 13, p 115-127. Disponível em < https://www.researchgate.net/publication/246482731_Instream_Flow_Methods_A_Comparison_of_Approaches>
LANNA, A, E, L. BENETTI, A, D. COBALCHINI, M, S. 2003. Metodologias para determinação de vazões ecológicas em rios. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, V.8, N.2, 2003. Disponível em < https://www.abrh.org.br/SGCv3/index.php?PUB=1&ID=36&SUMARIO=525>.
LANNA, A, E. 1997. A inserção da gestão das águas na gestão ambiental. In Hector Raul Munõz Espinosa. (Org.). Interfaces da gestão de recursos hídricos: desafios da lei das águas de 1997. Brasília. 2ª Ed, Secretaria dos recursos hídricos, MMA.
LONGHI, E, H. 2011. Metodologias para determinar vazão ecológica em rios. Revista Brasileira de Ciências Ambientais. N 20, p 33-48. Disponível em: < http://www.abes-dn.org.br/publicacoes/rbciamb/PDFs/20-06_Mat%C3%83%C2%A9ria_4_final_artigos279.pdf>
MACHADO, P, A, L. 2013. Direito ambiental brasileiro. Editores Malheiros, São Paulo, 21ª ed.
MATETE, M. HASSAN, R. 2005. An ecological economics framework for assessing enviromental flows: The case of inter-basin water transfer in Lesotho. Global and Planetary Change, N 47, p 193-200. Disponível em: < https://www.researchgate.net/publication/223109020_An_ecological_economics_framework_for_assessing_environmental_flows_The_case_of_inter-basin_water_transfers_in_Lesotho>
MENDES, L, A. 2007. Análise dos critérios de outorga de direito de usos consuntivos dos recursos hídricos baseados em vazões minímas e em vazões de permanência. Escola Politécnica - Universidade de São Paulo (Dissertação),
NORTH, Douglass,C. 1990. Institutions, institutional change and economic performance. Cambridge, Cambridge University Press.
OSTROM, E. 2000. EL Gobierno del los bienes comunes: la evolucion de las instituciones de acción colectiva. Cidade do México, Universidade Autônoma do México, 2000.
PINTO, V, G. RIBEIRO, C, B, M. SILVA, D,D. 2016. Vazão ecológica e o arcabouço brasileiro. Revista Brasileira de Geografia Física, V 9, N 1, p. 091-109, Recife. Disponível em:< https://periodicos.ufpe.br/revistas/rbgfe/article/view/233648>.
PORTO, M. KELMANN, J. 2000. Water resources policy in Brazil. Legal Developments. Disponível em:< http://arquivos.ana.gov.br/institucional/sge/CEDOC/Catalogo/1999e2000/WaterResourcesPolicyInBrazil.pdf>.
PRUSKI, F, F. ET AL. 2014. Impact of the substitution on reference annual streamflow by monthly streamflow on the potential use of water resources. Revista de Engenharia Agrícola, V.34, N.3, p. 496-569. Disponível em < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-69162014000300013>.
RICHETER, B, D. ET AL. Ecologically sustainable water management: Managing river flows for ecological integrity. Ecological Applications, N.13, p.206-224. Disponível em:< https://esajournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1890/1051-761%282003%29013%5B0206%3AESWMMR%5D2.0.CO%3B2>
SÃO PAULO. 2018. Primeira revisão dos planos das bacias hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí 2010 a 2020. Agência das Bacias PCJ, Piracicaba, 2018. Disponível em < https://plano.agencia.baciaspcj.org.br/>.
_____________. 2019. Relatório de situação dos recursos hídricos 2019. Agência das Bacias PCJ, Piracicaba, 2020. Disponível em < http://www.agencia.baciaspcj.org.br/docs/relatorios/relatorio-situacao-2019/relatorio-situacao-2019.pdf>
______________. Lei 7.663, de 30 de dezembro de 1991. Estabelece normas de orientação à Política Estadual de Recursos Hídricos bem como ao Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, São Paulo, SP. Disponível em < https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1991/lei-7663-30.12.1991.html>.
_________. Lei 9.034, de 27 de dezembro de 1994. Dispõe sobre o Plano Estadual de Recursos Hídricos - PERH, a ser implantado no período 1994 e 1995, em conformidade com a Lei n. 7.663, de 30/12/91, que instituiu normas de orientação à Política Estadual de Recursos Hídricos. Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, São Paulo, SP. Disponível em <https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1994/lei-9034-27.12.1994.html>.
_________. Lei 16.337, de 14 de dezembro de 2016. Dispõe sobre o Plano Estadual de Recursos Hídricos - PERH e dá providências correlatas. Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, São Paulo, SP. Disponível em < https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2016/lei-16337-14.12.2016.html>.
SPASH, C. 2012. New foundations for economics ecological. Ecological Economics, nº 77. Disponível em:< https://www.clivespash.org/wp-content/uploads/2015/04/2012_Spash_New_Foundations_EE.pdf>.
THARME, R, E. 2003. A global perspective on environmental flow assessment: emerging trends in the development and application of environmental flow methodologies for rivers. River Research and Applications, V. 19, p. 397-441, South Africa. Disponível em < https://sites.biology.colostate.edu/bz580/readings/5%20-%20Environmental%20flow%20methods/Tharme%202003%20Global%20Assessment.pdf>.
VENKATACHALAM, L. 2007. Environmental economics and ecological economics: Where they can converge? Ecological Economics, nº 61. Disponível em:< https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0921800906002874>.
WANG, R. HU, D. LI, F. LI LARRI, B. 2011. Understanding eco-complexity: social-economic-natural complex ecosystem approach. Ecological Complexity, nº 8, p. 15-29. Disponível em:< https://www.researchgate.net/publication/229317901_Understanding_eco-complexity_Social-Economic-Natural_Complex_Ecosystem_approach
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Este trabajo está bajo licencia Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
